domingo, 4 de agosto de 2013

falando de amor e paixão.

com tantas notícias desesperadoras, vivendo há décadas em um mundo e país destrambelhado, opaco e quase inerte, pensa se em deixar de lado por momentos, as argruras e desilusões, pois, o tempo voa , não espera que pessoas doentias compulsivas para o mal, possam a vir se regenerar e prestar atenção ao ser, ao ser humano, ao ser gente.
a cada segundo explode em nossa cara, uma bomba da vaidade, da especulação da tortura e da obscenidade, de homens, que o pensam ser por usarem cuecas ( que lhes serve sim, para guardar seu sexo, e c$ muitos e muitos (, mas que na verdade só serve para isso mesmo. claro que aos de verdade cabem lhe outras funções.
tentando esquecer, ou melhor sem esquecer, o que se vive e como se vive, paro instantes para falar de amor.
mas o amor dói, corroe, maltrata, espeta a alma e sangra o coração.
mas a paixão é doença.
mas o sexo pode ser compulsivo.
mas a saudade maltrata.
nada! nunca! em nenhum momento de vida, se vive sem dor.ela te chama te clama e você vem.
chega e quer ser feliz.
se esquece que a felicidade são momentos fulgazes, e, que se precisa vive los na intensidade da luz.
partem rápido, voam para um repente rápido demais.
pois então se lambuze, se mele de paixão de amor e vaidade.
se delire, se enfeite se pinte, e, corra para a o encontro do que te chama para ser feliz. alí e agora.
desnude se, anime se, e faça o que lhe der na cabeça, com seu senso de responsabilidade e com os pés um pouco na terra, pois se o voo for muito alto, pode se quebrar a alma e espedaçar o coração.
estamos aqui para fazer acontecer, quando nos formos, nada será mais nada, tudo será tudo, e perdido nas montanhas escuras de um vale, estaremos eternamente deitados esperando nossas dores se calarem definitivamente.
pois agora com olhos abertos, em madrugada de insonia, leio as notícias de sempre, cansa desencanta amargura.
busco o amor e a paixão, busco o sonho sem aflição a vida que pulsa com vontade de mais vida.
ah! esse doce gosto da paixão, que muito pode amargar sua boca, sem o beijo querido e esperado.
sem o abraço apertado, sem o corpo tão desejado.
ah ! se pudesse ser assim, sempre assim, te quero, me queres também, te penso , me pensas também, te encontro na busca e vens.
te chamo e logo chegas.
te amo e me devolve o amor.
te faço feliz nos seus desejos, e me devolve os meus.
enlaçados, emaranhados, enroscados, misturados, suados, sequiosos, desmesurados, perde se a noção, o mundo se apaga, foge tudo de nossas mentes, nela de repente, vive se  a doçura do amor, do desejo de ser mulher e homem, de ser, amante e companheiros.
loucura que sobe até as estrelas, e a lua , escala se o mundo, corre se nos sonhos de poder ficar para sempre. assim, no aconchego , no abandono de corpos extasiados e satisfeitos.
tudo se apaga, tudo se acaba, tudo finda.
no meio de tanta paixão em delirio, o tilintar do tempo que mata de raiva a fuga que se faz já necessária.
é isso, assim é a vida.
se encantar com nossos momentos felizes, se envolver com nossas paixões avassaladoras, e, ser feliz enquanto o tempo nos permitir.